Mini-Aventura: Pai

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Mini-Aventura: Pai

Mensagem por ADM. Geral em Qua Dez 07, 2016 1:18 pm

Pai

Aqui ocorrerá a Mini-Aventura do aprendiz Gar'ahul Arsus, a qual será narrada pelo ADM.Geral

DICAS:

Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso será seu narrador.

As ações devem ser feitas no futuro do pretérito, por exemplo: "Tentaria desviar das adagas e contra-atacar com um hook esquerdo". Note que você tentará, pois só é possível dizer que aconteceu após o narrador narrar.

As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.

Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.

O primeiro post é seu, mas apenas narre possibilidades para o seu personagem, assim o narrador começará a guiar a história baseado no que você quer fazer e logo cederá o cenário.
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Re: Pai

Mensagem por furla em Qua Dez 07, 2016 3:09 pm

Arsus nem sabia à quanto tempo não saia das terras ocupadas por sua família.

Seu pai havia lhe dado uma "pequena missão". Nos últimos anos ele havia economizado secretamente uma quantia com a qual investiria em materiais de estudo para que seu filho pudesse se tornar o alquimista que um dia ele sonhou (o pai).

Era estranho ver como ele não sabia mais nada sobre Glory City por estar a tanto tempo tendo que trabalhar para ajudar na sobrevivência dos familiares. Tudo ao redor parecia diferente, construções que ele nunca havia visto, pessoas diversificadas, os objetos que eram vendidos.. Até mesmo o céu parecia ser diferente fora de casa.

Ao mesmo tempo em que se impressionava com tudo discretamente ele sabia o que tinha que fazer. Caminhava diretamente até onde seu pai havia lhe dito. Cabisbaixo com o rosto coberto pelo capuz de sua capa pois tinha vergonha de ser abordado ou até mesmo encarado por algum estranho..

O caminho para loja era longo e naquele momento Arsus passava em direção à uma enorme construção. Estava todo pensativo, sabendo que o futuro da família estava ali naquela pequena bolsa com dinheiro... Seguir o sonho do pai era realmente o que ele deveria fazer? Mais uns metros andados e a grande construção a sua frente revelava o emblema de uma flor..
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Re: Mini-Aventura: Pai

Mensagem por ADM. Geral em Qua Dez 07, 2016 3:24 pm

Arsus havia passado grande parte da sua vida isolado, se esforçando para contribuir com a sua família, a qual não era muito prestigiada.

Seu conhecimento geral sobre a própria cidade em que morava era muito limitado. Tudo lá fora parecia novo, as grandes construções, o contigente de pessoas que andavam nas ruas, o cenário caótico do comércio. Era tudo uma novidade.

De certa forma, ele se sentia impressionado com tudo aquilo. Arsus não gostava de ser percebido, logo andava com um semblante cabisbaixo e sempre que possível evitava o contato direto com as pessoas.

Seu objetivo, agora, era a loja. No caminho ele tinha devaneios sobre o futuro de sua família, e até o seu próprio. Deveria ele seguir a vontade de seu pai? Ou ele deveria seguir o seu próprio intento?

Tudo isso era uma dúvida cruel.

Finalmente, ele chegava na loja, sendo abordado pelo comerciante.

"Bom dia, jovem! O que você deseja?

O homem o abordava, enquanto empilhava algumas caixas, muito pesadas, por sinal.

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Obs: vi que escreve muito bem! Isso é ótimo. Mas você terá que se atentar com alguns aspectos: apenas o narrador pode narrar o cenário e os NPC's (como o seu pai), tudo que você quer fazer, ainda é uma tentativa, e deve ser escrito no futuro do pretérito, por exemplo: tentaria, andaria, procuraria, etc, é tudo uma possibilidade, pois possa ser que não aconteça. Afirmar que fez algo sem o narrador narrar a ação é o que chamamos de god-mode, o que é proibido, mas não esquenta que a Mini é para isso!
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Re: Pai

Mensagem por furla em Qua Dez 07, 2016 5:59 pm



Era mesmo aquela pergunta que ele gostaria de ouvir? Aquele dinheiro poderia ser o suficiente para que ele pudesse estudar na tentativa de se tornar alguém que protegeria a família.

Aquelas perguntas e dúvidas em sua cabeça estavam o deixando enjoado, aquele dinheiro era suficiente para o que ele de fato queria. Pensava se deveria voltar pra casa e conversar com seus pais, mas não tinha certeza, estava indeciso. Como ele os conveceria? Como jogaria fora os sonhos do pai nele? O que ele deveria fazer? Nem ao menos notou que teria deixado aquele senhor no vácuo por um tempo e muito menos que suas bochechas estavam rosadas pois não sabia mais socializar com outras pessoas!

- De..De..Desculpe senhor! Me perdi em meus pensamentos.. -Disse levantando a cabeça, sem graça. Deu uma leve pausa e suspirou fundo. O que ele deveria fazer?

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Re: Mini-Aventura: Pai

Mensagem por ADM. Geral em Qui Dez 08, 2016 6:11 pm

Arsus continuava desnorteado em meio a situação. Ele não fazia a mínima ideia de como comportar-se como um ser social!

O vendedor da loja o analisava meio curioso.

"Que garoto estranho. Na verdade, mal parece um garoto". Ele pensou.

Arsus ainda persistia na dúvida entre o que fazer com o dinheiro que ele tinha, e o que fazer.

"Bem, você parece meio perdido, por que não me ajuda com essas caixas? Mas cuidado, elas não podem levar quedas! Leve-as lá para trás, no porão, te darei algum pagamento por isso, as minhas costas já não aguentam mais!

Vendedor da loja escreveu:Um pedido foi feito para Arsus.
Recompensa: 500 cristais demoníacos e 5 de fama.
Sobre: você não pode derrubar nem uma única caixa, se não pagará por elas, então tenha cuidado com o tanto que levanta, cada decisão é uma consequência. Há sete caixas. Uma narração boa pode te dar um bônus
.





Última edição por ADM. Geral em Seg Jan 09, 2017 6:17 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Pai

Mensagem por furla em Qui Dez 08, 2016 6:59 pm

Arsus foi para gastar dinheiro e repentinamente uma proposta de voltar com um pouco mais do mesmo? Como ele recusaria?! Parecia que os pensamentos de sua cabeça haviam se acalmado em meio a proposta do vendedor.. Mesmo assim não parecia certo, era um senhor, pensaria que poderia muito bem fazer de uma boa ação naquele momento!

-Realmente estou! - disse com um sorriso sem graça e ainda com o rubor nas bochechas - Eu poderia ajudar o senhor sim, mas não desejo nada em troca! Ajudarei o senhor! Desde que eu consiga levanta-las. Você se importaria se eu tentasse as levar uma a uma?!

Observava as caixas e elas não pareciam um grande desafio. Estava acostumado a levar grandes sacos da colheita todos os dias, nem era mais um esforço depois de tantos anos. Parou diante das mesmas, e calmamente tentaria começar a movê-las!
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Re: Mini-Aventura: Pai

Mensagem por ADM. Geral em Sex Dez 09, 2016 4:39 pm

Arsus não estava acostumado com o comércio. Em Glory City, o cenário sempre foi caótico, e as pessoas sempre buscavam se ajudar quando possível.

A fama era determinada por sua contribuição para a cidade, tamanha era a necessidade de cooperação.

No entanto, mesmo com a oportunidade de voltar com algo a mais para casa, Arsus não queria uma compensação do senhor, ele queria ajudar apenas por benevolência.

O vendedor soltava uma risada.

"Pois bem, não há nenhum problema, mas não irei deixá-lo fazer o esforço todo sem uma compensação!

Mesmo que Arsus não quisesse, o senhor não queria se aproveitar de seu trabalho assim. Ele conhecia o valor que era se esforçar.

"O faça e eu terei um presente para você, já que não quer dinheiro!

Assim, ele pegou um pano e começou a limpar os balcões.

Arsus começou a levar caixa por caixa. O peso delas era considerável, e de dentro podia-se ouvir um barulho agudo, quebradiço. O conteúdo era realmente frágil.

O rapaz já estava na sexta caixa, carregando a última, quando escuta um barulho vindo dos porões. Esses não eram escuros, mas apenas havia uma lamparina que iluminava parte do lugar, os cantos eram todos escuros. E o ruído continuava.

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Re: Pai

Mensagem por furla em Sex Dez 09, 2016 5:55 pm

Mesmo dizendo sobre não querer nada o homem nao quis deixá-lo sair de mãos vazias. Arsus percebia que o homem queria recompensá-lo e dessa vez nem contra argumentou, apenas acenou com a cabeça para agradecer.

Conforme levava as caixas para o porão o barulho caótico do comércio era amenizado e só se ouvia o barulho agudo dos objetos dentro das caixas que eram carregadas. Uma após a outra foram organizadas dentro daquele local no qual mal se enxergava pela má iluminação da lamparina ali acesa.

Pegou a última caixa e se dirigiu em direção ao porão, já estava começando a transpirar, elas eram mais pesadas do que aparentavam, quando no meio do caminho começou a ouvir um ruído vindo de dentro do local, por um momento assustou-se e perdeu o equilíbrio mas rapidamente recompôs-se e firmemente agarrou a caixa. O que era aquele som? Ele não conseguia discernir, na sua mente passava o pensamento das caixas terem caído, mas ele lembrou de que teria organizado-as adequadamente, então brevemente se acalmou, ele não sabia o que mais poderia ter lá dentro, afinal de contas não se enxergava o local como um todo.. O que poderia ter acontecido? Colocou a última caixa que tinha em mãos ao chão e foi até o dono da loja avisar-lhe do barulho para que pudessem juntos ver o que teria acontecido!
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Re: Mini-Aventura: Pai

Mensagem por ADM. Geral em Sex Dez 09, 2016 7:25 pm

Dessa vez, Arsus aceitava que ele seria recompensado. Mas que mal havia nisso?

Ele percebia que os barulhos lá fora iam ficando mais amenos, podendo notar com mais precisão os ruídos do porão. O que seria?

O trabalho duro fazia Arsus suar, as caixas eram, de fato, pesadas. Era perceptível o motivo do vendedor não querer ter o trabalho com elas.

Um ruído mais intenso, junto da pouca iluminação faziam do lugar um tanto fúnebre, quase levando o caixote ao chão em um susto tomado por Arsus, mas rapidamente ele se recompôs.

Por fim, ele pôs a última caixa no chão. Seu trabalho havia acabado.

Quando ele estava prestes a sair do lugar, outro ruído. Arsus olhou para trás instintivamente e viu uma pessoa se esgueirando nas caixas e as abrindo, com as mãos em seu conteúdo. Era um novo lote de facas!

O ladrão se armou rapidamente, pegando uma faca pequena, a primeira que pôde. Ele estava assustado. O que mais ele teria levado dali? O vendedor recompensaria Arsus se ele deixasse isso passar?!

Um gatuno havia entrado nos porões!

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o PVP funciona da seguinte maneira, você terá que prever o que irá acontecer, basicamente. O narrador terá movimento pré-estabelecidos, e você irá fazer as suas suposições de defesa. Por exemplo: "me agacharia caso ela mirasse em minha cabeça, e revidaria com um soco em seu queixo". Quanto mais possibilidades, melhor! O mesmo funciona para os ataques, por exemplo, se ela viesse frontalmente, atacaria com um... mas se ela viesse pelas laterais, daria um... E por ai vai!
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Re: Pai

Mensagem por furla em Sex Dez 09, 2016 8:10 pm

Por um breve momento, parecia que aquela cena, do "ladrãozinho" apunhando uma faca havia o assustado, mas surpreendentemente Arsus estava calmo, e parecia pensar no que fazer.

- Você sabe que não vou deixar você sair daqui com isso né? -Enquanto desabotoava discretamente sua capa, com aquele rubor de sempre em seu rosto ao encontrar pessoas desconhecidas - Se quer ir sem encrenca eu deixarei, mas se ficar não será problema seu!

Após desabotoar ele já sabia que era uma pergunta retórica. Esperou o movimento do gatuno, e assim que esse se aproximasse até bem perto, de qualquer forma que fosse, jogaria a capa aberta para cima dele e agaixaria e com ambas as mãos pegaria o braço com a faca perdido por entre a capaz e tentaria lhe dar uma rasteira enquanto que o braço que estaria segurando seria jogado o mais forte possível para trás afim de que seu inimigo caisse em cima de alguma caixa aberta. Caso ele não visse para cima eu iria e jogaria novamente a capa em cima dele e enquanto ele pensasse que eu iria atacá-lo eu iria na verdade também sacar uma faca e até que ele percebesse que eu estaria agaixado pegando a mesma esfaquearia uma das pernas e recuaria.
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Re: Mini-Aventura: Pai

Mensagem por ADM. Geral em Sex Dez 09, 2016 10:33 pm

Arsus não recuava diante da potencial ameaça. Ao contrário, ele estava em tão serena calma que desabotou sua capa e estava pronto para a briga.

"Eu não tenho escolhas!"
. O ladrão respondeu, preparando-se para o combate.

O homem estava vestindo trapos sujos e velhos. Ele segurava a arma com as duas mãos, de forma pouco eficiente, mas ainda sim apresentava um perigo enorme para alguém despreparado e de mãos desnudas.

O gatuno veio para cima, de uma forma desajeitada. Arsus não hesitou, jogou a capa em cima dele, agachou e segurou em seu braço, aplicando uma rasteira.

O homem caiu como um peso morto no chão, mas a faca passou raspando no antebraço de Arsus, deixando um corte superficial, mas ainda doloroso.

"Não me mate, por favor, eu só queria alimentar o meu filho!"

O ladrão tinha uma expressão tensa, seus olhos estavam úmidos. Estaria ele mentindo?

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Obs: esqueci de falar no post passado, essa parte "foi até o dono da loja avisar-lhe do barulho para que pudessem juntos ver o que teria acontecido!". Note que você afirmou, mas não aconteceu, por isso que evitamos usar essa linguagem e optamos pelo "tentaria". E nesse, você não tem uma faca, lembrar disso, ou especificar caso a ação fosse pegar uma do caixote. Mas você está progredindo!
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